Setembro 16 2011

Por muito que se queira o momento que estamos a viver é de viragem profunda. As crises económicas servem para reajustar os mercados e transformar as economias.

Se o EURO trouxe alguns benefícios, principalmente ao nível do comércio internacional, também este facto trouxe alguns malefícios. Nomeadamente, os países europeus perderam a flexibilidade de poder emitir moeda ou jogar com as taxas de câmbio de acordo com a sua vontade.

Assim sendo, chegámos a uma conclusão, é necessário reformular as estruturas europeias, por forma a podermos voltar a contar com estes mecanismos de controlo, que favoreçam de igual forma todos os países da zona Euro.

O futuro da nova Europa, quer se queira quer não, vai passar por constituir um país único, em que estejam integrados todos os países integrantes do Euro.

Embora pareça uma ideia muito futurista, até porque não sabemos qual será a reacção dos Franceses e Ingleses, o que é certo é que, para podermos fazer face a crises financeiras cada vez mais actuais, apenas as poderemos enfrentar se estivermos todos juntos e centrados, perdemos nacionalismo, mas nesta fase nota-se que poderia ser benéfico para todos os países europeus criar-se uma uniformização de políticas fiscais, de saúde, educação, segurança, etc, por forma a conseguirmos atingir melhores resultados globais na zona Euro. Estes são os passos que teremos de dar e penso que será desnecessário, estarmos a fazer reuniões e cimeiras, em que no final nada se conclui, quando, inevitavelmente, o que temos que fazer é avançar para o próximo passo.

Por muito que esta ideia não agrade à população Europeia, ao fazermos uma breve análise sobre o nosso passado recente, concluímos que, cada vez menos os governos têm autonomia (no caso português verificamos que pouca diferença houve entre a politica do Governo PS, da política do Governo PSD/CDS). Os Europeus, e em particular, os Portugueses querem mais medidas de fundo, que façam a Europa renascer economicamente, onde se prospera e se procura uma vida melhor, sem necessidade de se mudar de país.

Já agora, lanço a ideia, em vez de se aumentarem impostos como o IRS ou o IRC, porque não aumentar as taxas aduaneiras de produtos oriundos de fora da União Europeia, por forma a fomentar e desenvolver o comércio Europeu e evitar a concorrência desleal, de países que não têm uma cultura de politicas sociais solidárias e humanas, idênticas aos ideais e costumes europeus (não nos podemos esquecer que um produto fabricado na China, é produzido por um ser humano igual ao leitor deste jornal, mas sobre o qual não foram efectuados descontos no ordenado, para a segurança social nem para o estado, sendo que o seu nível salarial possivelmente será um quarto do Europeu, não existindo possibilidade de nenhuma empresa europeia conseguir combater esta concorrência)

publicado por Paulo Paz às 16:26

Julho 04 2011

Haverá limites para os esforços que pedem aos portugueses? O Presidente diz que sim, mas será que quem governa o nosso país ainda não se apercebeu das graves consequências de colocar os Portugueses a Pão e Água?

 

Com o novo imposto as receitas de IVA e IRC vão descer, principalmente porque o comum cidadão português acaba por utilizar o seu subsídio de Natal para outros gastos com reparações em casa e ou carro, as pessoas fizeram as suas contas a contar com este valor, o que vai obrigar a fazer ainda mais cortes, e a nível económico é uma medida recessiva.

 

Os investidores vêm esta medida como mais uma forma de diminuir as vendas, o que faz diminuir o seu investimento, e assim a economia perde o grande meio de subsistência.

 

Quando se estuda o fenómeno da industrialização da China sempre se partiu do pressuposto que o nível de vida da população chinesa se aproximaria do nível de vida da população europeia. O que assistimos na realidade infelizmente é ao nível da qualidade de vida da população europeia estar a diminuir.

 

Fala-se em reformulações do sistema de segurança social, mas será que o principal problema não está na fiscalização? Eu creio que sim, a título de exemplo a Segurança social deixou prescrever na passada semana 912 milhões de Euros em dívidas ao Estado (relembro que a receita adicional que o estado prevê receber são 800 milhões de euros).

 

Fala-se em colocar quem beneficia do rendimento mínimo a fazer trabalho social. Concordo com a ideia geral, embora seja difícil colocar um cigano (com todo o devido respeito por esta etnia) a ensinar português a uma criança nos seus tempos livres, pelo que se devia pensar muito bem como por em prática estas medidas populistas (e neste ponto aguardo para ver).

 

Vamos esperar que o governo faça bem o seu trabalho de casa e consiga endireitar o país, porque efectivamente todos vamos ter que contribuir para a nossa melhoria económica.

 

Fica aqui um abraço para todos os empreendedores, principalmente aqueles que mesmo sem beneficiar de grandes regalias, que não precisaram de apoio do estado para criar negócios na sua empresa, colocando e contribuindo para a diminuição do desemprego e por fim que conseguem ainda hoje em dia combater a crise apostando na inovação e na criatividade ficam os meus votos de que continuem no bom caminho. Porque no dia em que tiverem um azar com a segurança Social o Estado também não se esquecerá de nós e certamente virá penhorar alguns dos nossos bens.

publicado por Paulo Paz às 12:39

Junho 03 2011

Boa tarde

Depois de uma desgastante campanha eleitoral, e após ter-se assistido a mais troca de insultos e análises de personalidade em vez do desejável debate de ideias, está na altura de revelar a minha decisão de voto.

Este ano vou votar no Prof. António Serrano, por ter sido um Professor da Universidade de Évora sempre se interessou e apoiou as actividades do Núcleo de Estudantes de Economia e Gestão, do qual tive a honra de Presidir entre 2003 e 2004, sendo este uma das associações que mais me marcou ao longo da minha vida pessoal.

Entendo que como ministro foi dos melhores do actual governo PS, tendo atitudes muito importantes como recentemente a forma como defendeu os interesses dos produtores de Pepino que actualmente passam por uma crise causada pelos alarmismos alemães que já se vieram a provar serem desnecessários.

Esclareço que no actual sistema político nacional elegemos para deputados os cidadãos que se candidatam pelo nosso círculo eleitoral (neste caso Santarém). Como tal entendo que o meu voto estará bem entregue por 2 motivos.

a) mesmo sendo uma pessoa que não reside no nosso distrito, é conhecedor desde à muitos anos da realidade e do contexto económico da Agricultura nacional (sector com forte implementação no nosso distrito).

b)Tem fortes conhecimento de gestão de empresas (dado que lecciona disciplinas do departamento de Gestão de Empresas em Évora), o que pode ser uma mais valia para quem tal como exerce cargos de responsabilidade na gestão de uma PME, neste caso ligada à Indústria.

Acabo apelando a todos que não exerçam o seu direito de voto, independentemente do partido, até porque as escolhas este ano são cada vez mais devido ao aparecimento de cada vez mais pequenos partidos e nem a abstenção nem os votos em branco ou nulos têm representatividade.

Paulo Mendes da Paz

 

publicado por Paulo Paz às 18:03

Maio 12 2011

Caros amigos e amigas

Como sabem comecei em Setembro de 2010 um processo de retirada da vida política activa, culminando este processo com a saída de militante do CDS-PP em 15 de Fevereiro de 2011, pelo que actualmente me encontro como um cidadão independente.

Desde essa data sinto alguma falta da vida política activa, porque efectivamente para mim a política é um dever que o cidadão tem como forma de disponibilizar o seu conhecimento á sociedade por forma a que esta evolua e funcione de uma forma mais justa, com honestidade e espírito de cooperação, para que os interesses nacionais ou locais sejam devidamente defendidos.

Indevidamente a política actual está a ser vista como uma forma de promover interesses pessoais em vez de ser colocados outros interesses mais importantes como o dever de defender um estado. O Estado português encontra-se à beira da banca rota, seja por causa de continuados anos de más práticas governativas, seja por ser um contexto internacional de uma crise que foi criada (independentemente da forma com que cada pessoa o interpreta). Uma coisa é certa é necessário mais união e mais força para conseguir-se localmente superar-se os desafios que estão a ser colocados à sociedade almeirinense.

É por este motivo que após uma grande reflexão entendo que está na altura de voltar a trabalhar em prol de Almeirim, para que os projectos em curso possam ser melhorados, para que as equipas que esforçadamente tentam levar a cabo a melhoria da satisfação e da qualidade de vida da sua população.

É com este espírito de missão que pretendo voltar à vida Política local. Desde já esclareço que por motivos pessoais não tenciono retornar com o CDS-PP, dado o CDS-PP ter-se modificado muito nos últimos 10 anos (data em que me filiei no partido), e actualmente não defendo com unhas e garras algumas das suas principais bandeiras como é o caso da não legalização do aborto. Embora já não tenha nada a ver com a sua organização, para mim foi uma desilusão grande verificar que a escolha do líder do partido não ser feita de forma directa pelos seus militantes.

Aos meus amigos e militantes de Almeirim do CDS apenas resta dar-lhes uma palavra de força e apoio, pois acredito que o momento pode não ser fácil, mas espero que continuem a acreditar nos seus valores, por o que vos une foi o mesmo que me fez separar do partido. , É muito importante manter este espírito criado na última campanha em que nos atrevemos a exigir mais qualidade de vida para Almeirim.

Orgulho-me de ser português e de viver em  Almeirim, e é por Almeirim que vou continuar a ter uma paixão muito grande pela política, e neste momento difícil é necessário apoiar o associativismo, que volto a colaborar com a política local.

Aos meus amigos e familiares, apenas espero que compreendam esta minha decisão, mas efectivamente o meu gosto pelo apoio à sociedade foi mais forte que a minha vontade de abandonar a política.

Certo da vossa compreensão, voltarei a estar presente nas assembleias de freguesia e nas assembleias municipais de Almeirim.

Os meus melhores cumprimentos

Paulo Paz

publicado por Paulo Paz às 18:45

Janeiro 19 2011

Hoje faltam 2 dias para terminar a Campanha Eleitoral para o Presidente da Republica e pela primeira vez vou pronunciar-me sobre o que sinto de positivo desta campanha.

 

 

 

Candidaturas independentes de Partidos

 

Como sabem fui candidato pelo CDS à Assembleia Municipal de Almeirim e sei as enormes dificuldades que todo o grupo teve para conseguir atingir os seus objectivos, na formação das listas, nos baixos orçamentos, na disponibilidade e empenho pessoal que cada um deixou em torno de uma candidatura.  Assim os candidatos Fernando Nobre, Defensor Moura e José Manuel Coelho já ganharam por conseguirem recolher as assinaturas e tratarem de todo o processo eleitoral, recorrendo a uma campanha temática e voltada para os temas que mais os interessa.

 

 

 

Candidatura de José Manuel Coelho – saber utilizar o Marketing Eleitoral

 

Se existe alguém que eu escolheria para director de marketing de uma empresa seria sem dúvida o responsável da campanha Eleitoral de José Manuel Coelho. Sem dúvida provou com iniciativas como a utilização de um carro fúnebre, a entrega de um submarino de brincar na sede do CDS e com a distribuição em Gondomar de Batatas em sacos azuis que se pode fazer uma excelente campanha de Marketing com custos reduzidos.

 

Em 2 semanas passou de popular desconhecido ao Tiririca do Povo. (Nota: O Tiririca foi uma personagem criada à muitos anos por uma actor muito conhecido brasileiro, actualmente é o deputado federal que obteve mais votos na últimas eleições do Brasil) Penso que a escolha do nome surgiu de forma aparentemente descontraída, mas é muito eficaz. Se por acaso Cavaco Silva não for Eleito à 1.ªvolta, acredito que terá sido mais afectado com esta candidatura do que com as candidaturas restantes.

 

José Manuel Coelho é o candidato Outsader, ninguém saberá quanto valerá este candidato.

 

 

 

 

Candidatura de Defensor Moura – Do PS descontente

 

Sempre pensei que esta candidatura fosse uma candidatura para apoiantes do PS descontentes com a introdução de Portagens nas SCUTS poderem votar em alguém que não Fernando Nobre. Cada dia que passa da Campanha verifico que não me enganei.

 

Fez bem apostar na Região do Minho onde receberá mais votos dado o seu local de nascimento, no entanto o resto do país não o apoia.

 

 

 

 

Candidatura de Manuel Alegre - Há alturas que mais vale estar quieto

 

Penso que a Candidatura de Manuel Alegre um erro.

Embora seja meu conterrâneo (tal como eu nasceu em Águeda) creio que seria desnecessário candidatar-se contra Cavaco Silva após ter perdido as Eleições Presidenciais de 2006.

 

Penso que poderia ter surgido uma candidatura mais forte do PS com nomes que fossem mais consensuais. Durante a Campanha deveria ter melhorado a postura de Estado, e esta falta de cuidado pode ter-lhe custado os votos que ele precisava de ter para chegar a uma segunda volta (Penso que ficará em 3 lugar depois do Dr. Fernando Nobre).

 

Sentimos que é uma campanha de 2 sentidos, o de estar contra o governo (sendo apoiado por B.E.) e por outro lado o não poder falar em determinados assuntos que são bandeiras do PS e que ele até estaria contra.

 

 

 

 

Candidatura de Dr. Fernando Nobre – O humanista

 

Este vai ser o candidato de esquerda que se apresentou com o melhor perfil para presidir a um país, sendo certo que vai atrair o voto feminino devido à sua actuação cívica muito ligada à AMI.

 

Esmo que não chegue a uma segunda volta não deve desanimar porque a forma como foi empreendida a campanha foi digna. Apenas precisa de saber melhor distinguir as funções de Presidente da Republica e as de Primeiro Ministro que têm funções muito diferentes.

 

 

 

Candidatura Cavaco Silva – Em busca da reeleição

 

Uma candidatura normal, sem grandes sobressaltos e com a utilização intensiva do recurso ao tradicional ‘não posso comentar porque …’

 

Sabe a que se candidata e as posturas a tomar. É o político mais popular actual, independentemente de ganhar numa 1 ou 2 volta, certamente será ele o presidente de Portugal após os actos eleitorais para este cargo.

 

 

 

 

Candidatura de Francisco Lopes – o discurso de sempre

 

Sobre esta candidatura não acompanhei muito, mas não deve ter havido grandes diferenças em Relação à linha que o PCP actua normalmente.

 

 

 

 

 

Foi assim que eu interpretei as eleições e hoje sinto-me esclarecido sobre quem vou otar para a Presidência da Republica.

 

 

Acabo com o tradicional lamento de verificar poucos debates de ideias e apenas ter observado o ataque pessoal a candidatos.

 

Dia 23 de Janeiro não se esqueçam de ir votar.

 

 

publicado por Paulo Paz às 16:30

Janeiro 11 2011

O Projecto Genoma Hmano provou o que quase todos os cientistas já sabiam: Apenas existe uma espécie humana, designada por homo sapiens. O que chamávamos de "raça" é apenas a tonalidade da cor da pele.

 

Em comparação com a pele de outros seres primatas, a pele humana possui menos pelagem, sendo que a cor do pêlo e da pele é determinada pela presença de pigmentos, designados por melaninas. A maioria dos estudiosos acredita que o escurecimento da pele foi uma evolução originada por uma necessidade de defesa contra a radiação solar ultravioleta (raios UV); a melanina é uma substância eficaz contra esta radiação.

 

A cor da pele, em humanos actuais, pode variar desde o castanho escuro até ao rosa pálido. A distribuição geográfica da cor da pele correlaciona com os níveis ambientais de raios UV. A cor do pêlo e da pele humana é controlada, em parte, pelo gene MC1R. Por exemplo, o cabelo ruivo e pele pálida de alguns europeus é o resultado de mutações neste gene MC1R.

 

A pele humana tem a capacidade de escurecer (pele bronzeada) em resposta à exposição a raios UV.

 

A variação na capacidade de bronzeamento também é controlada pelo gene MC1R.

 

Certamente algumas pessoas viram o filme ‘Tempo de Matar’. Neste filme de 1996 dois brancos espancam e estupram uma menina negra.

 

Eles são presos, mas quando estão sendo levados ao tribunal para terem o valor da sua fiança decretada o pai da garota (Samuel L. Jackson) decide fazer justiça com as próprias mãos e mata os dois na frente de diversas testemunhas, além de acidentalmente ferir seriamente um policia.

 

Ele é preso rapidamente, mas a cidade se torna um barril de pólvora e, além do mais, a defesa tem de se defrontar com um juiz que não permite que no julgamento se mencione a razão que fez o pai cometer o duplo homicídio, pois o julgamento é de assassinato.

 

O momento alto do filme ocorre quando o actor Matthew McConaughey que interpretou o papel de advogado do pai da criança fez uma breve descrição do sofrimento que a criança teve após ter sido violada, estrangulada e torturada e acabou com a seguinte frase ‘ imaginem que a menina desta história era branca’

 

Sem dúvida um filme para ver e rever na televisão pública porque é fundamental acabar com o racismo na nossa sociedade.

 

Fica o desejo e o pedido porque cabe a todos nós contribuirmos para o esclarecimento público das diferenças de cor de pele, a começar junto das nossas famílias, para conseguirmos ganhar batalha da luta contra o Racismo.

 

publicado por Paulo Paz às 18:04

Dezembro 29 2010

A inacreditável criatividade dos nomes próprios brasileiros

Ninguém consegue ultrapassa os brasileiros na contracção, criatividade, humor e originalidade que utilizam para dar nomes aos seus filhos. Por exemplo o poeta Oswaldo de Andrade, deu aos seus dois filhos os nomes de Lançaperfume Rodometálico de Andrade e Rolando Pela Escada Abaixo de Andrade.

Alguns nomes originais que encontrei como: Cavalo Antônio, Céu Azul do Céu Poente, Colapso Cardíaco da Silva, Cólica de Jesus, Crissopasso Compasso, Dezênio Fevereiro de Oitenta e Cinco, Dinossauro Carlos da Silva Rios, Dourado Peitudo, Doroteu Katisplaciano Silva, Dorodhovío dos Anjos, Abxivispro Jacinto, Cafiaspirina Cruz, Maria da Segunda Distração, Orquerio Cassapietra, Rolando Caio da Rocha, Telesforo Veras, Vivelinda Cabrita.

Num dos livros que vi descreve-nos a história de Maria de Jesus Galisa, mãe solteira de 21 anos, teve um filho a quem chamou Skylab, em homenagem ao laboratório espacial norte-americano que caiu no mesmo dia em que a criança nasceu. Como era pobre escreveu uma carta à NASA pedindo-lhe que a ajudassem a criar o seu filho, na esperança que fossem mais responsáveis que o pai dele...

Mas há  nomes ainda mais ortodoxos como Filogénio Lopes Utinguaçu, Ataulpa Atabalipa Inca Vidigal, Juca Acaiaba Dendém Paraguaçu, Grato Ladislau Bus Caramuru.

Encontrei ainda nomes extremamente grande senão vejamos: Benedito Frôscolo Jovino de Almeida Aimberê Militão de Sousa Baruel de Itaparica Boré Fomi de Tucunduva.

Existe também a história de uma família em que os país deram os seguintes nomes  aos filhos,  terminados exclusivamente em "baldo": Ubaldo e Vilebaldo. O pai decidiu que o terceiro filho seria o último, razão pela qual o miúdo se veio a chamar Parabaldo. Infelizmente houve mais uma gravidez imprevista e a solução foi chamar Seguebaldo à criança...

Outra família deu aos filhos os nomes de Prólogo, Soneto, Ementa e, pensando que aquele seria o último, Epílogo de Campos. Contudo veio a nascer mais uma criança - uma menina: Errata de Campos. Por seu lado, Epílogo de Campos manteve a tradição literária da família baptizou os seus filhos com os nomes sugestivos de Estrophe, Poesia, Verso e Pessoína - em homenagem a Fernando Pessoa.

Existem ainda nomes de irmãos brasileiros bastante engraçados como:
os irmãos: Xerox, Autenticada e Fotocópia;
os irmãos: Cedilha, Vírgula, Cifra e Ponto;
as irmãs: Defuntina e Finadina;
os irmãos: Rebostiana e Euscolástico;
os irmãos: Zamizá, Zamizé, Zamizi, Zamizó e Zamizu,

Finaliso ainda com estes nomes sugestivos: Audifax, Chikakó, Devercilírio, Farmácio, Fordência, Gravitolina, Izione, Matozóide, Obedemigo, Ocricócrides, Omenzinha, Pelumendia, Presolpina, Rocambole, Sudene.

Certamente que quem pesquisar na internet encontrará mais nomes ainda, mas estes já são o suficiente para uma pessoa se rir.

Bom ano 2011

publicado por Paulo Paz às 17:51

Outubro 25 2010

Na minha opinião o crescimento económico apenas é possível se for acompanhado com o crescimento da população. O que está a acontecer na Europa e a verdadeira crise Europeia é porque temos neste momento uma capacidade de Produção acima da capacidade de Consumo.

 

Apenas conseguimos aumentar a capacidade de consumo por 2 formas.

 

1-     Aumentar o acesso ao crédito, o que faz com que as famílias se endividem e não consigam aguentar com as suas despesas, principalmente quando as taxas de juro sobem (o fenómeno que vai acontecer na Europa)

 

2-     Se aumentarmos a população. Uma medida que traz resultados a longo prazo, no entanto parece-me ser a mais sustentada. Assim é importante que os governos consigam criar medidas de apoio à natalidade, de forma a garantir a manutenção do sistema económico e social que se encontra em vigor na Europa.

 

Nos últimos anos verificamos que por uma questão de negócio para os Bancos e por forma aos governos rapidamente verem a população mais feliz optou-se por incentivar o recurso ao Crédito.  

 

As consequências destas políticas económicas agravam-se em momentos de crise agrava-se, pois nestas fases os empresários privados não conseguem suportar aumentos de salários da mesma forma com que os governos aumentam de impostos. Assim o consumo será menor e o crescimento económico também será menor.

 

É por isso que numa perspectiva de Longo Prazo se tem de dar prioridade ao crescimento da população e ao incentivo à Natalidade. Mesmo nos momentos de crise não devemos descorar este importante factor de crescimento.

 

Sem uma população rejuvenescida todos os princípios económicos que gerem o sistema económico actual falham, porque todos foram estudados na altura em que o crescimento populacional ocorria naturalmente.

 

Também é importante não esquecer que toda a base de sustentação da política de Segurança Social implementada durante anos na Europa apenas se consegue auto-sustentar se o aumento da população for contínuo. Se este aumento da população não ocorrer então certamente, qualquer que seja a reforma no sistema de segurança social, todos os pensionistas e subsidio – dependentes irão sofrer graves consequências.

 

Este é um dos pontos em que o Estado deveria repensar no Orçamento para 2011, para que pudéssemos colher os frutos de uma política acertada de natalidade no futuro.

 

publicado por Paulo Paz às 12:50

Setembro 22 2010

Se existe assunto que deve ser muito bem analisado é a questão das novas oportunidades.

Se é certo que todos têm direito a ter mais conhecimentos e ainda bem que o querem fazer, também é um facto que as novas oportunidades vieram causar algumas situações de injustiça que devem ser reparadas, de preferência já para o ano lectivo 2011/2012.

O recente caso do aluno que aproveitou as novas oportunidades acabando por ficar com média final de 20 valores, sendo que o próprio humildemente afirma que beneficiou de uma injustiça, abala toda a estrutura das novas oportunidades.

A questão é apenas esta, existiram pelo menos 4 alunos do normal secundário que escolheram o curso de Tradução como 1 opção e não entraram. A média final de acesso mais baixa foi de 14,4 valores, pelo que nos deparamos com a seguinte situação, um aluno que se esforçou para um exame entrou enquanto 4 alunos que andaram vários anos a estudar para entrarem no mesmo curso não o conseguiram.

Esta vaga apenas surge por um motivo, a nota tirada por este aluno em especifico foi muito alta. Se ele tivesse tirado um 16 entraria no curso de tradução na Universidade de Aveiro e o seu caso passava despercebido no meio da opinião pública.

Acredito que este ano lectivo muitos alunos aproveitaram esta legislação para entrar na Universidade, mas espero sinceramente que os ajustes sejam feitos rapidamente.

A minha conclusão continua a ser a mesma de sempre, ou seja acho correcto existir um programa como as novas oportunidades, que podem inclusivamente dar acesso ao ensino universitário, no entendo cada caso é um caso, como tal deveria de haver vagas próprias para quem recorre a este sistema de ensino.

publicado por Paulo Paz às 18:59

Agosto 11 2010

Se me perguntam o que é necessário para montar um negócio a minha resposta é simples, criatividade. Não é necessário que um empresário seja tecnicamente bom na área comercial e financeira e apresentar bons balanços, demonstrações financeiras e boas vendas, precisa é de ser criativo, tendo o espírito aventureiro para colocar a sua ideia em prática.

 

Cada vez mais no mundo de negócios actuais são necessários ultrapassar desafios de forma a reduzir custos e a aumentar lucros, podendo estas passar por novos conceitos. Um relativamente recente foi a utilização de escritórios virtuais, em que os fax, e-mails e demais documentação fundamental para o trabalho de uma empresa fica centralizado num computador do pequeno empresário, ficando este com a gestão de todo o negócio, reduzindo custos de aluguer, contratação de pessoal, manutenção e limpeza de um determinado espaço físico.

 

Com cada vez mais vulgarização das redes sociais (como facebook, twiter, youtube, etc) as pessoas conseguem aumentar a sua rede de contactos (elemento fundamental para o sucesso do empreendedor). É necessário saber tudo sobre a sua rede de contactos e estar atento aos pormenores. É necessário sabermos surpreender positivamente os nossos clientes, para que eles nos indiquem aos seus amigos e assim aumentamos a rede de contactos.

 

Um elemento fundamental no empreendedor é a capacidade de auto análise. Numa organização tudo deve ser questionado, sempre na óptica da melhoria continua. Um dos segredos é ter um grupo (mesmo que reduzido) que semanalmente se dedique a criar novas ideias de gestão e organização, no sentido de rever onde se pode reduzir custos, e criar novas fórmulas para aumentar os negócios.

 

Um empreendedor deve pensar quando entra. Existe sempre a janela da oportunidade que acontece até a primeira ideia surgir.

 

É natural que um empreendedor possa não acertar no negócio à 1.ª e existem alguns casos de flops negociais, inclusivamente dentro das maiores empresas nacionais. É a necessidade de utilização de um bem ou serviço que faz a diferença entre o sucesso e o insucesso.  

 

Se por acaso pensam em abrir um negócio, acima de tudo dediquem-se a ele de alma e coração.

 

Paulo Mendes da Paz

 

 

publicado por Paulo Paz às 19:16

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